Sistemas construtivos não convencionais

Publicado por Nadiva Olivier em 24/01/2012 às 22h45

O jornalista Políbio Braga trouxe um interessante tema em entrevista que fez com Cirilo Vieira, filho do fundador da construtora Viero, de Erexim (www.viero.com.br). O empresário se dispõe a atender o mercado corporativo em todo o País. É a maior construtora da área no Rio Grande do Sul. Com obras no RS (Bourbon Wallig - trouxe para esta obra 1500 carretas de pré-moldados de Erexim), Santa Catarina (Bunge) e Mato Grosso do Sul (novo shopping do grupo Jereissati), "um dos maiores trunfos dos gaúchos é a eficiência na logística.".

Tem fábricas itinerantes de pré-moldados (envia até 600km - "mais do que isso é perder escala") e a fábrica principal de pré-moldados de Erexim. São 2.500 m2 por mês. Nesta área a empresa não perde para seus concorrentes da Europa e dos Estados Unidos, embora lá a produção seja normatizada, ao contrário do Brasil.

Aí está o tema das construções em sistemas não convencionais. Mostram-se eficientes e dão lucro, além de garantirem construções com qualidade e velocidade. No ano passado, a Viero faturou R$ 150 milhões. Este ano, irá a R$ 200 milhões. São 1.200 empregados. Entre seus clientes estão oito dos dez maiores exportadores brasileiros.

Perguntas que ficam: quando deixaremos de pensar nos sistemas tradicionais para nos abrir ao que está ocorrendo de sistemas mais eficientes no mundo inteiro? Quando normatizaremos estes sistemas não convencionais permitindo que as escolas formem profissionais competentes nestas áreas?


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